foro de são paulo,o perigo do comunisto criado pelo pt fidel castro e os terrorristas das farc
o Foro de São Paulo existe e é a coordenação estratégica do movimento comunista na América Latina
Ao longo de seus dezessete anos e meio de atividade, não se observa nas atas de suas assembléias e grupos de trabalho a menor divergência, muito menos conflito sério, entre as centenas de facções de esquerda que o compõem. Todas as declarações finais foram assinadas pela unanimidade dos participantes
As ações do Foro prolongam-se muito além daquilo que consta das atas. Segundo confissão explícita do sr. presidente da República, os encontros da entidade são ocasião de conversações secretas que resultam em decisões estratégicas de grande alcance, como, por exemplo, a articulação internacional que consolidou o poder de Hugo Chávez na Venezuela
Estas decisões e sua implementação prática subentendem uma unidade estratégica e tática ainda mais efetiva do que aquela que transparece nas atas.
Segundo as Farc, a criação desse mecanismo coordenador salvou da extinção o movimento comunista latino-americano e foi diretamente responsável pela ascensão dos partidos de esquerda ao poder em várias nações do continente.
As declarações de solidariedade mútua firmadas no Foro de São Paulo entre partidos legais e organizações criminosas (ver por exemplo X Foro de São Paulo, "Resolução de Condenação ao Plano Colômbia e de Apoio ao Povo Colombiano") não ficaram no papel, mas traduziram-se em ações políticas em que as entidades legais eram instantaneamente mobilizadas para proteger e libertar os agentes das Farc e do MIR presos pelas autoridades locais
Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento do Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul Belém-PA, 06 de dezembro de 2007
Meus queridos companheiros e companheiras do estado do Pará, Meus queridos governadores que estão aqui representando os países da América do Sul e os países que compõem o Mercosul, Meus companheiros governadores brasileiros da região Norte, Meus companheiros prefeitos, Meus companheiros deputados estaduais e deputados federais, Companheiros secretários municipais, secretários estaduais, Meus amigos e minhas amigas, Como sempre, quando fazemos um evento, a nominata termina sendo muito grande. E como todos já falaram o nome de todo mundo aqui, Chacho, falando o nome do Chacho, nosso companheiro que é a nossa figura importante do Mercosul, estarei falando o nome de todos os companheiros e companheiras que estão aqui. O Chacho é argentino, mas é torcedor do Corinthians, então é um sofredor como eu. Companheiros e companheiras,
Primeiro, quero falar um pouco do Mercosul e falar um pouco da nossa América do Sul. Meus companheiros representantes dos países da América do Sul, eu tive a felicidade de, em 1990, convocar – se eu não falei dos senadores, eu quero cumprimentar os senadores aqui presentes – eu tive o prazer de convocar a primeira reunião da esquerda na América Latina, em 1990. Eu tinha terminado a eleição de 89, nós tínhamos saído muito fortalecidos do processo
"Pois bem, passados esses 18 anos, ou melhor, vamos pegar 14 anos atrás.
Nós fizemos uma pequena revolução democrática(sic) na América do Sul e na América Latina. Eu, por exemplo, conheci o (Fidel) em um encontro que fizemos em Cuba.
Tinha acabado de ser preso por conta do golpe e acabado de ser liberado.
Conheci o Chávez em um encontro do Foro de São Paulo, como conheci também o Daniel Ortega, como conheci tantos companheiros da Argentina, do Chile, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Equador, da Venezuela, da Colômbia.
Qual é a mudança que houve nesses 18 anos?
Olhem o mapa da América do Sul hoje. (sic)
o assalto dos "companheiros" ao poder "E hoje nós vemos que o que aconteceu na América do Sul está se espraiando para a América Central e para a América Latina, em quase todos os países.
Na Guatemala, acaba de ganhar um companheiro, muito companheiro nosso, que participou do Foro de São Paulo.
Nós vamos ter eleições agora em El Salvador e, certamente, ganhará um companheiro da Frente Farabundo Marti as eleições para a presidência de El Salvador, pelo menos é o que as pesquisas estão indicando.
A eleição no Panamá foi um avanço extraordinário, com o companheiro Torrijos, e assim nós estamos avançando.
Há um mapa exatamente antagônico ao mapa que existiu de 1980 a 1990, ou ao ano 2000".
"É por isso que eu nunca vacilei, e estava em época de eleição quando o Evo Morales quis nacionalizar o gás dele e eu disse:
“O gás é do Evo, ele está correto de nacionalizar. O gás é um instrumento, é uma matéria-prima, e é a única coisa que a Bolívia tem”.
entreguista lula e seus amigos terrorristas da esquerda medíocre,demagógica e raivosa
Escrito por gelson às 00h19
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o entreguista lula e a telemar do fiho dele
Interessante: volta e meia repete-se, em jornais variados, a "notícia" de interessar ao governo que a Brasil Telecom, se vendida, fique com um grupo brasileiro, mas só facilitará o negócio se o sócio BNDES tiver preferência ou poder de veto a estrangeiros, em caso de outra venda da empresa. É evidente a finalidade lobista das reproduções insistentes da lengalenga. A gravidade deste assunto, porém, está é na armação de um negócio, com participação do governo e do presidente da República, proibido por lei e, portanto, dependente de que Lula emita um decreto de alterando a legislação -o que constituiria benefício à Oi/Telemar sócia de um de seus filhos. O argumento do repentino nacionalismo não resiste à confrontação com os muitos liberalismos ofertados ao capital estrangeiro.
Escrito por gelson às 00h09
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a base aliado do governo lula incentiva desmatamento da amazônia
CHAMADO DE mentiroso em jornais de importância internacional, por ter desmentida pelo próprio governo a sua proclamação de êxitos na redução do desmatamento amazônico, Lula continua driblando o tema, o que reflete em público a posição voltada para dentro do governo. A determinação crítica à ministra Marina Silva, por acusar os agropecuaristas, foi seu pronunciamento mais incisivo até agora: "Não é hora de acusar ninguém", frase que só não é inacreditável por ser de quem é. Por que não seria hora?
No "Café com o Presidente" de ontem, Lula preferiu voltar a perder tempo com a bobice de que "tem gente que torce pro Brasil andá pra trás", em alusão aos oposicionistas. Na reunião ministerial, com sua típica explosão demográfica, Lula desperdiçou o tempo com a tolice de que "ficamos [lá eles] cinco anos juntos, sentamos nesta mesa, mas depois passamos um ano sem conversar entre nós. Penso que entre vocês existe pouca conversa política, que meses e meses vocês não conversam entre si". O "passamos um ano" é de responsabilidade pessoal do próprio Lula, que passa meses sem chamar um ministro a despacho. E da falta de conversa entre ministros, quase fica a insinuação de que a Abin os ouve sempre, porque Lula não teria como saber quem conversa com quem. Mas, no "Café", como no blablablá com os ministros, o que lhe interessava era só a exibição marqueteira. A determinação de que "não é hora de acusar ninguém", clara proteção aos grandes desmatadores, e a fuga ao tema do desmatamento têm pouco ou nada a ver com o problema que os motiva. Completam-se em sua razão deprimente: até em relação ao desmatamento a posição de Lula sujeita-se ao interesse dos "partidos da base" e, no caso, sobretudo ao interesse das relações estaduais do sempre comprometido PMDB. "Não é hora de acusar" os grandes desmatadores porque, ou são parte dos governos e esquemas partidários no Mato Grosso, no Pará, Amazonas, Rondônia, ou são financiadores políticos. O tom de surpresa que o governo quis dar aos dados do desmatamento feito em 2007 é inverdadeiro. Desde meados do ano passado o alerta para a reaceleração do desmatamento, em proporções irreversíveis, estava dado na Amazônia, com indicação mais importante por parte do representante do Greenpeace por lá, Paulo Adário, que faz trabalhos muito respeitados. Os alertas foram até publicados. E logo depois o Ministério do Meio Ambiente dava sinais de conhecer o retorno feroz do desmatamento, e considerar medidas para reprimi-lo. Só na Presidência ninguém sequer leu jornais. Melhor assim: fica mais fácil proteger os desmatadores aliados, sejam diretos ou indiretos.
Escrito por gelson às 00h08
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Requião faz cena em TV,visita o comunista fidel castro e vomita mentiras contra a imprensa
Para protestar contra o juiz federal que o proibiu de atacar adversários pela TV Educativa do Paraná, o governador Roberto Requião (PMDB) cortou sua própria voz no programa "Escola de Governo", uma reunião semanal transmitida pela emissora para anúncio de obras e projetos das secretarias estaduais. Quando Requião se manifestava, o som era cortado e uma tarja com a palavra "censurado" era colocada na tela.
a corja do pmdb do paraná inventa dossiê contra o juiz O PMDB do Paraná anunciou que vai usar um "dossiê" contra o juiz federal Edgard Lippmann Júnior, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, em Porto Alegre. A informação foi divulgada hoje em ato de apoio ao governador Roberto Requião, proibido pelo juiz de usar a TV Educativa do Estado para atacar desafetos. Requião afirma que está sendo vítima de "censura prévia" por parte do juiz.
Escrito por gelson às 00h06
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o cachorro lula muda legislação para beneficiar negócios do filho lulinha
A questão central da negociação resolveu-se na noite da segunda-feira passada. Foi definido que a Oi pagará 4,85 bilhões de reais pelo controle da Brasil Telecom. Mais 3,8 bilhões de reais poderão ser gastos pela Oi para comprar as ações dos minoritários, por causa de um mecanismo chamado tag along (que obrigará a Oi a adquirir as ações dos minoritários, remunerando-os com pelo menos 80% do valor pago pelas ações dos controladores da BrT). Somem-se as duas quantias e chega-se a um negócio de 8,65 bilhões de reais – quase tudo financiado pelo BNDES.
É necessário também que seja alterada a lei que regulamenta as telecomunicações. Pela legislação em vigor, a compra não é permitida, pois o mesmo controlador não pode ser dono de duas concessionárias. Isso não será empecilho. O Palácio do Planalto desde sempre avisou às partes que está pronto para editar um decreto mandando essa proibição para o espaço. A mexida na lei será feita em velocidade de carro de Fórmula 1 – o negócio tem a bênção do governo Lula. E não é de hoje.
A operação estava marcada para vir ao mundo em 2006, conforme mostrou uma reportagem de VEJA publicada em outubro daquele ano. O que a travou foi justamente a descoberta, pela revista, de que o lobby para mudar a legislação impeditiva foi tão violento que chegou a envolver o filho do presidente da República, Fábio Luís, o Lulinha, e seu amigo, Kalil Bittar. Antes disso, VEJA havia revelado que, em 2005, a Telemar (atual Oi) investira 5,2 milhões de reais na Gamecorp, uma produtora de TV e de jogos para celular que tem entre os seus sócios Lulinha e Bittar. Quem aproximou a Telemar e a Gamecorp foi o consultor Antoninho Trevisan, amigo de Lula. Trevisan convenceu, inicialmente, Fersen Lambranho, do grupo GP, da boa oportunidade de investimento na empresa do filho do presidente. Lambranho levou a idéia aos sócios Carlos Jereissati e Sérgio Andrade e – bingo! – o negócio foi fechado num piscar de olhos. Até agora, a Telemar/Oi investiu mais de 10 milhões de reais na Gamecorp. A produtora fechou no vermelho em 2005 e 2006. O balanço de 2007 ainda não é conhecido.
O impacto da descoberta de VEJA adormeceu o negócio entre a Oi e a Brasil Telecom. Mas não o matou. No ano passado, sob a declarada boa vontade do governo, as conversas recomeçaram. E intensificaram-se a partir de novembro. Entre os dias 18 e 21 de dezembro, chegou-se ao estágio final. Houve reuniões diárias em São Paulo, ora no escritório de Carlos Jereissati, ora na sede da Angra Partners, empresa que representa os fundos de pensão nesse e em outros negócios. Pela Oi, compareceram Jereissati e Otávio Azevedo, braço direito de Sérgio Andrade. O advogado Sérgio Spinelli representou o Citibank. Do lado dos fundos de pensão, havia Alberto Guth e Pedro Paulo de Campos, da Angra. Numa das vezes, Sérgio Rosa, presidente da Previ, deu as caras. A primeira oferta da Oi, ainda em novembro, foi de 3 bilhões de reais. Mas os lances foram subindo. No dia 21 de dezembro, o negócio estava por um fio para ser fechado. Os fundos de pensão e o Citibank pediam 5,2 bilhões de reais pelas suas participações na Brasil Telecom. A oferta da Oi era de 4,5 bilhões. A diferença relativamente pequena não impediu que Jereissati, num rompante, interrompesse a negociação, dizendo que estava "sendo extorquido". Ânimos serenados, marcou-se uma reunião para a segunda-feira passada. O acordo final acabou saindo por 4,85 bilhões de reais.
Escrito por gelson às 00h02
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na era lula lacaio aposentadoria a invasor de terra
O DEM protocolou nesta terça-feira no STF (Supremo Tribunal Federal) uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra a concessão de benefícios previdenciários a invasores de terra. A decisão foi tomada pelo ministro Luiz Marinho (Previdência), após parecer favorável da consultoria jurídica.
Para garantir a cobertura previdenciária, os trabalhadores rurais não precisarão comprovar a legalidade da terra --apenas que praticaram atividades rurais na área.
Para o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), a decisão tem motivação eleitoreira. "Essa é uma forma do presidente Lula acalmar a sua base" disse em referência ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
Segundo o parecer que será usado pela Previdência para a concessão de benefícios, a "inexistência de titulação da terra ou a eventual irregularidade na ocupação não afasta, por si só, a caracterização do trabalhador rural como segurado especial".
Escrito por gelson às 23h59
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CGU vai investigar gastos de dois ministros de lula,gastando bem e não produzem nada
investigar o ministro Altemir Gregolin (Pesca), além de Matilde Ribeiro (Igualdade Racial), por suposto uso irregular de cartões corporativos. Como as duas pastas são vinculadas diretamente à Presidência da República
Matilde Ribeiro deve ser investigada por gastar R$ 461,16 em um free shop e pagar a despesa com o cartão corporativo. Segundo assessores, ela já ressarciu a União.
Ontem à noite, o presidente da Comissão de Ética Pública, Marcílio Marques Moreira, disse que o assunto foi tema da reunião. Segundo ele, o órgão não tem atribuições nem condições para investigar.
Oposição
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) vai pedir que a Mesa Diretora do Senado cobre explicações do governo federal sobre os gastos com os cartões corporativos.
O cartão corporativo --concedido a autoridades e funcionários de alto escalão do governo-- deve ser usado no pagamento de despesas relativas às atividades de trabalho, como refeições, transporte e hospedagem, segundo integrantes da Presidência da República.
Escrito por gelson às 23h57
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